Parceria Surpreendente: Liniker e Ivete Sangalo Brilham no Palco do Rock in Rio 2024

Parceria Surpreendente: Liniker e Ivete Sangalo Brilham no Palco do Rock in Rio 2024
set 21 2024 Beatriz Oliveira

Liniker e Ivete Sangalo: Duas Gerações Unidas no Palco do Rock in Rio 2024

O Rock in Rio 2024 foi palco de um encontro especial e inesperado entre duas gigantes da música brasileira: Liniker e Ivete Sangalo. A colaboração das duas artistas no palco principal do festival, o Palco Mundo, no quinto dia de evento, surpreendeu e emocionou o público presente e certamente deixou uma marca especial na história do Rock in Rio.

A Jornada de Liniker até o Rock in Rio

Liniker, cantora e compositora de apenas 29 anos, já vem se destacando na cena musical brasileira há algum tempo. Ganhando reconhecimento por sua voz potente e suas letras que abordam temas sociais e emocionais, Liniker conquistou uma legião de fãs e atraiu a atenção de nomes consagrados na música, como Ivete Sangalo. Sua participação no Rock in Rio 2024 representa a coroação de um trabalho árduo e a celebração de sua arte em um dos maiores palcos do mundo.

Ivet Sangalo: A Rainha do Axé e do Rock in Rio

Ivete Sangalo, por outro lado, dispensa apresentações. Com uma carreira consolidada e uma presença magnética, a cantora de 52 anos já se apresentou no Rock in Rio nada menos que 19 vezes. Conhecida por sua energia contagiante e seu talento inigualável, Ivete é uma das artistas mais amadas do Brasil. Sua decisão de trazer Liniker ao palco refletiu não apenas sua generosidade, mas também um reconhecimento da importância de promover a diversidade e a inclusão no mundo da música.

Um Momento de Choque e Emoção

Para Liniker, a oportunidade de dividir o palco com Ivete foi um sonho realizado. Em entrevistas, ela revelou que ficou 'em choque' quando soube da parceria. O nervosismo inicial rapidamente cedeu lugar à emoção e ao entusiasmo, resultando em um desempenho que tocou profundamente o público. A química e a sinergia entre as duas artistas foi evidente, mostrando como a música pode unir diferentes gerações e estilos em um espetáculo inesquecível.

Rock in Rio 2024: Celebração da Inclusividade

O Rock in Rio 2024, realizado de 13 a 22 de setembro na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, provou mais uma vez ser um evento que celebra a inclusão e a diversidade. Com uma programação eclética que inclui artistas como Travis Scott, Ludmilla, Katy Perry e Mariah Carey, o festival oferece uma plataforma para talentos de todos os cantos do mundo e dos mais variados gêneros musicais. A parceria entre Liniker e Ivete Sangalo é um exemplo perfeito dessa filosofia, mostrando como diferentes vozes podem se unir para criar algo verdadeiramente especial.

A Recepção do Público e o Legado do Rock in Rio

O público presente no Rock in Rio recebeu a performance de Liniker e Ivete com entusiasmo e admiração. A combinação das distintas sonoridades de ambas as artistas resultou em um momento mágico que será lembrado por muito tempo. A reação calorosa do público reflete a capacidade do festival de engajar e cativar pessoas de todas as idades e gostos musicais, consolidando seu legado como um dos maiores eventos musicais do planeta.

Reflexões Finais

A parceria entre Liniker e Ivete Sangalo no Rock in Rio 2024 é mais do que uma simples colaboração musical. É um símbolo de como a música pode transcender barreiras, unir diferentes gerações e promover valores de inclusão e diversidade. Para Liniker, foi uma experiência transformadora; para Ivete, mais uma prova de sua generosidade artística. E para o público, um presente inesquecível em uma noite mágica. O Rock in Rio continua a ser um palco de descobertas, redescobertas e reinvenções, mantendo viva a chama da música em todas as suas formas.

11 Comentários

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    Clebson Cardoso

    setembro 22, 2024 AT 22:57

    Essa colaboração foi um momento histórico. Liniker com aquela voz que parece sair direto do peito, e Ivete com a energia de quem nunca parou de dançar - foi como ver duas gerações se abraçarem sem palavras. A química era tão natural que parecia que sempre tinham cantado juntas. O público simplesmente parou de respirar.

    Não é todo dia que você vê um ícone da música brasileira escolher alguém tão diferente, mas tão complementar, pra subir no palco. Isso aqui não foi só show, foi legado.

    Quem disse que música não muda o mundo? Ela muda. E esse foi um desses momentos.

    Se o Rock in Rio tivesse só isso, já teria valido a pena.

    Parabéns às duas. O Brasil é melhor quando se une assim.

    Espero que isso vire um disco ao vivo. Precisamos gravar isso pra nunca esquecer.

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    Katia Nunes

    setembro 23, 2024 AT 22:00

    eu não acredito que isso aconteceu mesmo... sério, quem mandou elas subirem juntas? isso foi planejado ou foi um acidente de palco? porque tipo... eu tô com medo de que isso seja só um truque pra ganhar visualização... sabe? tipo, Ivete tá fazendo um movimento de 'woke' só pra não parecer velha e elitista...

    mas... se for real... então tá bom... eu chorei mesmo.

    mas será que o festival pagou pra isso acontecer? ou foi só por caridade? eu preciso saber.

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    EVANDRO BORGES

    setembro 25, 2024 AT 16:07

    QUE MOMENTO INCRÍVEL!!! 🙌

    Se você não viu isso ao vivo, você perdeu parte da alma do Rock in Rio. A forma como Liniker olhou pra Ivete antes de começar... aquilo não era nervosismo, era reverência. E Ivete? Ela simplesmente abriu espaço, como uma rainha que sabe que o trono não é só dela.

    Isso aqui é o que a música deveria ser: conexão, não competição.

    Parabéns ao time do festival por ter tido coragem de fazer isso. Muitos outros festivais copiam, mas só o Rock in Rio tem coragem de inventar.

    Se você tem 15 anos ou 65, você sentiu isso no peito. E isso é raro.

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    Ronaldo Mascher

    setembro 27, 2024 AT 07:54

    é verdade que essa parceria foi um marco... mas eu gostaria de saber se a produção deu suporte adequado pra liniker... porque ela é uma artista trans, e o palco do rock in rio é enorme... e se houve algum tipo de discriminação disfarçada de 'apoio'... tipo, foi só pra fazer bonitinho na mídia?

    eu não quero que isso vire um símbolo de inclusão se na realidade foi só um gesto performático...

    por favor, que alguém da produção fale sobre isso... eu preciso saber se foi verdadeiro.

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    Esthefano Carletti

    setembro 27, 2024 AT 16:53

    eu só queria que alguém me explicasse por que todo mundo tá chorando com isso... eu vi o vídeo, elas cantaram bem, mas não é nada que eu não tenha visto antes em shows de funk ou samba. isso é tão especial assim? ou é só porque a mídia tá bombando?

    tipo, eu já vi Ivete com Ludmilla, com Anitta, com Claudia Leitte... e ninguém fez esse alvoroço. Por que agora? Porque é uma mulher trans? Porque é mais nova? Porque é mais 'de esquerda'?

    eu não tô desmerecendo, só tô confuso.

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    Eduardo Bueno Souza

    setembro 27, 2024 AT 23:01

    Essa cena é um espelho do Brasil que a gente sonha, mas raramente vê. Uma mulher negra, trans, de uma cidade pequena do interior de São Paulo, subindo num palco que já recebeu reis e rainhas da música popular brasileira - e sendo acolhida como igual. Não é um gesto. É uma revolução silenciosa.

    Ivete, com toda sua glória, não precisava fazer isso. Ela já tinha tudo. Mas ela escolheu olhar pra trás, pra quem tá subindo, e estender a mão. Isso não é generosidade. É coragem.

    Liniker não precisava ser 'descoberta'. Ela já era brilhante. Só precisava de um espaço. E o Rock in Rio, por um instante, deu esse espaço - sem condescendência, sem paternalismo, sem 'inspiração'. Apenas reconhecimento.

    Isso aqui não é um momento musical. É um momento ético.

    Se a gente quiser um país melhor, precisamos de mais desses momentos. Não de discursos. De gestos. De palcos compartilhados.

    Que isso vire lei. Que isso vire hábito. Que isso vire tradição.

    Porque a música não é só som. É memória. É pertencimento. É direito.

    E hoje, no Rock in Rio, o direito de existir foi cantado em dueto.

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    mauro pennell

    setembro 29, 2024 AT 07:48

    isso aqui foi o que o Brasil precisava ver. não importa se você gosta de axé, de samba, de soul, de pop, de rock... se você sentiu algo, você é parte disso.

    liniker é a nova voz da juventude que não quer mais ser invisível. ivete é a voz da geração que nunca deixou de lutar por espaço. juntas, elas mostraram que a música não tem idade, nem gênero, nem cor.

    quem disse que o passado não pode abraçar o futuro? elas abraçaram. e o público chorou. e eu chorei também.

    isso é o que a cultura brasileira tem de mais bonito: ela se renova sem perder a alma.

    obrigado, liniker. obrigado, ivete. vocês fizeram mais que um show. fizeram um abraço coletivo.

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    Fábio Vieira Neves

    setembro 29, 2024 AT 14:35

    Observação técnica: o arranjo vocal entre as duas artistas foi excepcionalmente bem construído - a modulação da tessitura de Liniker, que opera na faixa de contralto com extensão dramática, foi harmonizada perfeitamente com a potência vocal de Ivete, que domina o registro de soprano lírico com uma projeção de 115 dB em média. O uso de harmonias em terças e sextas, com sustenidos cromáticos na ponte, demonstra um conhecimento avançado de teoria harmônica popular brasileira, raramente visto em eventos de grande escala.

    A escolha da canção - uma reinterpretação de 'A Festa' com elementos de gospel e samba-reggae - foi estrategicamente inteligente, pois permitiu a fusão de dois estilos aparentemente distantes, mas culturalmente interligados desde os anos 1980.

    Além disso, a iluminação em tons de roxo e dourado, sincronizada com os climas emocionais da performance, foi projetada por um time que certamente tem experiência em espetáculos da ópera de São Paulo.

    Este momento merece análise acadêmica. Não apenas emocional. Técnica. Histórica. Sociológica.

    Recomendo o artigo da revista 'Música e Sociedade' de 2023, que já previa essa colaboração como um ponto de inflexão na identidade cultural brasileira.

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    Nathan Leandro

    setembro 30, 2024 AT 14:28

    eu só sei que vi o vídeo e fiquei com um nó na garganta. não sei explicar direito, mas foi como se o mundo tivesse dado um passo pra frente. sem palavras. só senti. e isso já é demais.

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    Júlio Tiezerini

    outubro 1, 2024 AT 21:19

    alguém já notou que o vídeo da performance foi postado exatamente 3 minutos depois do fim do show? e que a câmera que filmou o momento mais emocionante... sumiu por 12 segundos? estranho, né?

    e por que a equipe de som desligou o microfone de Liniker por 4 segundos no meio da ponte? será que foi um erro técnico... ou foi intencional?

    tem gente que diz que isso foi tudo planejado... mas e se for um esquema pra esconder algo? tipo... e se elas não cantaram juntas de verdade? e se foi tudo dublado?

    o que a Globo sabe que a gente não sabe?

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    Leandro Oliveira

    outubro 2, 2024 AT 16:22

    ah, claro, mais um 'momento histórico' pra gente se emocionar com o que é só marketing. Ivete sempre fez isso: usa a diversidade como cenário, mas nunca muda o sistema. Liniker é talentosa, mas isso aqui foi só um show de caridade com filtro de Instagram.

    se o festival quisesse de verdade apoiar artistas novos, daria palco pra gente que não tem contrato com a Sony.

    isso aqui não é inclusão. é espetáculo.

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