Rock in Rio 2024: Festival Celebrates Female Empowerment with Katy Perry, Gloria Gaynor, Cyndi Lauper, Iza, and Ivete Sangalo

Rock in Rio 2024: Festival Celebrates Female Empowerment with Katy Perry, Gloria Gaynor, Cyndi Lauper, Iza, and Ivete Sangalo
set 21 2024 Beatriz Oliveira

Rock in Rio 2024: Uma Celebração da Força Feminina na Música

A edição de 2024 do Rock in Rio não foi apenas mais uma no calendário de festivais de música; foi um marco histórico ao celebrar seus 40 anos com um dia dedicado exclusivamente a performances de artistas femininas. Em um evento que uniu gerações e estilos musicais distintos, nomes como Katy Perry, Gloria Gaynor, Cyndi Lauper, Iza e Ivete Sangalo tomaram conta do palco, mostrando que o talento e a força feminina têm um lugar permanente na música.

Katy Perry: Uma Jornada de Redescobertas

Uma das grandes estrelas da noite foi sem dúvida Katy Perry. A cantora californiana, conhecida por hits que dominaram as paradas musicais nos anos 2000, levou ao palco o lançamento do seu novo álbum '143'. O álbum traz a empoderadora faixa 'Woman's World', uma música que já se tornou um hino de força e independência para muitas mulheres ao redor do mundo. Perry, que iniciou sua carreira na música cristã antes de estourar com sucessos como 'I Kissed a Girl' e 'Hot N Cold', mostrou uma evolução artística impressionante ao longo dos anos.

Seu segundo álbum, 'Teenage Dream', lançado em 2010, consolidou seu status como ícone pop, trazendo uma série de hits como 'Firework', 'Last Friday Night (T.G.I.F.)' e 'California Gurls'. A apresentação no Rock in Rio, marcada por cenários grandiosos e figurinos vibrantes, refletiu não apenas sua trajetória artística, mas também um resgate às suas raízes, revelando uma cantora mais madura e consciente do seu papel na música e na sociedade.

A Influência de Lendas e Novos Talentos

Além de Katy Perry, o dia foi agraciado com outras performances inesquecíveis. A lendária Gloria Gaynor trouxe para o palco sua energia contagiante, transportando o público para a era disco com sucessos como 'I Will Survive'. Gaynor, que se tornou um ícone da resistência e superação, incendiou a plateia com seu carisma e presença de palco única.

Cyndi Lauper, outra figura icônica dos anos 80, não ficou atrás. Conhecida por sua excentricidade e estilo visual marcante, Lauper levou o público a uma viagem nostálgica, cantando clássicos como 'Girls Just Want to Have Fun' e 'Time After Time'. Seu espírito livre e voz potente ouviram a celebração da diversidade e da liberdade de ser quem você é.

Representação Brasileira com Iza e Ivete Sangalo

Entre as artistas brasileiras, Iza e Ivete Sangalo foram destaques incontestáveis. Iza, com sua voz poderosa e presença magnética, apresentou sucessos que já se tornaram hinos no Brasil, trazendo uma performance que combinou elegância e força. Sua participação no Rock in Rio foi um testemunho de sua ascensão meteórica na indústria musical brasileira e mundial.

Ivete Sangalo, uma das maiores estrelas do Axé, não decepcionou. Com sua energia inesgotável e hits contagiantes, Ivete comandou a multidão, fazendo todos dançarem e cantarem juntos. Sua conexão com o público e sua capacidade de transformar qualquer show em uma grande celebração fizeram dela uma das favoritas da noite.

'Dia Delas': Uma Celebração Importante

O 'Dia Delas' no Rock in Rio 2024 foi mais do que uma simples série de shows; foi um reconhecimento da importância e da contribuição das mulheres na música. Ao reunir artistas de diferentes gerações e estilos, o festival mostrou que a diversidade e a inclusão são essenciais para o avanço cultural. Este dia não apenas celebrou os 40 anos do Rock in Rio, mas também marcou um momento crucial na luta pela igualdade e pelo reconhecimento das mulheres na indústria musical.

A edição de 2024 do Rock in Rio aconteceu ao longo de sete dias, divididos em duas semanas, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, e contou com uma variedade de atos nacionais e internacionais, incluindo Travis Scott, Ed Sheeran, Shawn Mendes, Mariah Carey, MC Cabelinho, Ludmilla, Paralamas do Sucesso e Jão. O festival continua a ser um dos maiores eventos musicais do mundo, atraindo milhares de fãs e unindo culturas através da música.

Conclusão

A celebração de 40 anos do Rock in Rio com um lineup exclusivamente feminino não foi apenas um evento; foi uma declaração poderosa sobre a importância das mulheres na música e na cultura. Com performances inesquecíveis de artistas icônicas e talentos promissores, o 'Dia Delas' deixou uma marca indelével na história do festival, inspirando futuras gerações a seguir o caminho da igualdade e do reconhecimento na indústria musical.

13 Comentários

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    Caroline Pires de Oliveira

    setembro 22, 2024 AT 03:46
    Katy Perry mandou bem demais, mas eu fiquei com o coração na mão quando ela cantou 'Firework'... aquilo me deu arrepios. Não tinha como não chorar.
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    Andressa Sanches

    setembro 22, 2024 AT 20:42
    Esse dia foi um abraço coletivo pra todas as mulheres que cresceram ouvindo essas vozes. Ivete e Iza não só representaram o Brasil, representaram a força que a gente carrega sem pedir permissão. O Rock in Rio finalmente entendeu que música não tem gênero, tem alma.
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    Irene Araújo

    setembro 24, 2024 AT 20:40
    Cyndi Lauper ainda é a rainha da loucura e da liberdade, mano. Aquele vestido rosa com as pernas de plástico? Perfeito. E eu juro que quando ela cantou 'Girls Just Want to Have Fun' eu tava dançando no sofá com meu gato. Ninguém segura essa mulher.
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    Michelly Braz

    setembro 26, 2024 AT 17:53
    Foi bonito, mas foi só marketing. O festival sempre teve mulheres, só que agora tá na moda falar em empoderamento. Se fosse só isso, já tinha feito isso em 2018.
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    Ciro Albarelli

    setembro 27, 2024 AT 23:54
    A organização do evento demonstrou um notável compromisso com a equidade de gênero, ao priorizar, em um dos dias mais emblemáticos, a presença exclusiva de artistas femininas, o que representa um avanço cultural significativo na indústria musical contemporânea.
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    Cleber Soares

    setembro 29, 2024 AT 09:18
    Tá tudo bem, mas e o Travis Scott? O povo veio pra ver o que é real, não só mulherada cantando.
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    Nayane Correa

    setembro 29, 2024 AT 10:44
    Ivete Sangalo é um fenômeno da natureza. Ela não canta, ela transforma o ar em energia. E o público? Virou uma só pessoa. Ninguém segura isso.
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    Bruna M

    setembro 30, 2024 AT 20:54
    Eu fiquei pensando: e se em 2030 o festival fizer um dia só com artistas LGBTQIA+? Será que a gente vai ver o mesmo entusiasmo? Será que a mídia vai dar a mesma cobertura?
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    Maria Rita Pereira Lemos de Resende

    outubro 2, 2024 AT 02:29
    The empowerment narrative is structurally sound, but the performative aspect of corporate festivals often dilutes the radical potential of such moments.
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    TOPcosméticos BRASIL

    outubro 3, 2024 AT 17:31
    Se o Rock in Rio quer mesmo ser revolucionário, que coloque uma mulher no comando da produção. Até agora, só colocou elas no palco. O resto é palco de homens.
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    Ulisses Carvalho

    outubro 4, 2024 AT 02:32
    Iza é o futuro da música brasileira. Ela junta o que tem de melhor do samba, do pop e da alma negra. E ainda canta com o peito aberto. Isso é poder.
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    Caroline Pires de Oliveira

    outubro 4, 2024 AT 09:42
    Eu vi você comentar sobre o arrepio de 'Firework'... eu também! Foi o momento que eu senti que tudo que a gente viveu como mulher, ela cantou por nós. Obrigado por lembrar disso.
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    Tércio Sathler

    outubro 5, 2024 AT 22:12
    E aí, quem vai pagar a conta da minha viagem pro Rock in Rio 2025? Porque se for só mulher no palco, eu tô dentro. Mas se tiver um homem que não seja o DJ, eu mudo de ideia. Brincadeira... mas sério, que show.

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